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CITAÇÕES DE ADOLF HITLER

  • 19 de mar. de 2019
  • 2 min de leitura

Retiradas do Mein Kampf (Minha Luta), o livro ideológico do líder alemão, estão reunidas nesta interessante obra que elaborada há quase um século, possui afirmações e essências dogmáticas que revelam uma imaginação delirante e, simultaneamente, pragmática.



Através deste livro, tentamos, com a sua leitura, perceber mais coerentemente qual a personalidade por detrás do homem, do líder, do político. Adolf Hitler era cristão (pg. 46) ou era anti-cristão? Era a favor do capitalismo (pg. 37) ou era anti-capitalista? É ler para perceber, como uma mente destas chegou a liderar o mundo.

Como é que ele via a prostituição (pg. 144), a mulher (pg. 111), a arte, (pg. 29), o amor (pg. 25), o dinheiro (pg. 54), o sacrifício (pg. 162). Que gostos (pg. 47) ou que ódios tinha (pg. 66). Porque odiava judeus, negros, ciganos e outras etnias? (pg. 118). Quem eram os seus mentores (pg. 74), os seus ídolos (pg. 80), quais os seus livros favoritos (pg. 87). Datas (pg. 187) e mulheres (pg. 146) e outros factos marcantes que lhe orientaram a vida? Que influência teve Martinho Lutero, Richard Wagner ou Bismark no crescimento retórico do ditador? Como chegou ao poder de forma livre?


De muitas coisas interessantes patentes ao longo das 160 páginas do livro, destacamos quatro.

Estratégia de Hitler nos comícios (existe muita coisa actual e que a esquerda utiliza):

Entrar tarde, criando expectativas com a espera; assumir uma pose gestual imponente; seduzir pela voz; passar de um tom calmo à vociferação repentina; passar do tom íntimo à ameaça; electizar a multidão com um discurso veloz e torrencial; falar às tripas da assistência.

As coreografias dos comícios (muito presentes nas ditaduras comunistas ainda existentes, como por exemplo a Coreia do Norte):

Estandartes; fachos acesos; uniformes; formações geométricas militarizadas; tambores; uma sonoridade wagneriana – criou um estilo inovador de ópera, grandioso e monumental.

Lista dos ódios de Hitler:

Odiava cigarros e fumo; detestava bebidas alcoólicas; detestava carne, que não comia, e tinha planos para reduzir o consumo de carne na Alemanha; odiava judeus, comunistas, ciganos, homossexuais, negros; odiava arte contemporânea, que considerava decadente, degradante e obscena, a começar por Picasso, e odiava andar de barco porque enjoava.

Note-se que as primeiras três são imposições crescentes dos governos do novo milénio à direita e à esquerda. Pasme-se!

Lista dos gostos de Hitler:

Gostava da mãe; gostava de animais e implementou leis que evitassem a crueldade contra animais selvagens, gado e galinhas; gostava de comida vegetariana; grande defensor da ecologia: o Homem não é senhor e dono da Natureza; gostava da arquitectura monumental de raízes gregas e romanas, era doido por bolos e punha cinco colheres açúcar no chá,

Gostava de se ouvir a si mesmo, em longos monólogos; adorava a suástica, que via como o símbolo da supremacia ariana; gostava da música de Wagner, em particular da ópera Lohengrin, era um fã do festival de Bayreuth.

As primeiras, estão constantemente em debate e na agenda partidária, para a criação de uma franja de votos em todos os quadrantes políticos das sociedades ocidentais, e vá lá quase democratas. De uma maneira geral, pode-se extrapolar que ser nazi, não é todo mau.


os pais do fulano

Podemos abordar este livro como, uma edição reduzida e comentada do citado Mein Kampf, mais precisa e esclarecedora.


Texto: Fernando de Sucena (Investigador de informação; Jornalista; Escritor e Formador). 2019©/Produtores Reunidos©


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